COMO FAZER DIAGNOSE VISUAL
Este padrão consiste em uma planta ou solo que apresenta todos os nutrientes e proporções adequadas capazes de proporcionar condições favoráveis para a planta expressar seu máximo potencial genético para a produção.
A diagnose visual permite avaliar os sintomas de deficiência ou excesso de nutrientes, e é possível fazer correções no programa de adubação.
Diagnose visual na Cultura da Cana-de-açúcar:
De acordo com a fisiologia vegetal e a mobilidade dos nutrientes dentro da planta, deve-se observar se os sintomas ocorrem nas folhas velhas ou novas, de forma que é possível elaborar chaves de diagnose visual.Chave para identificação de deficiência e toxidez.
Descrição dos sintomas de deficiência:

Nitrogênio (N)
A deficiência de nitrogênio causa efeitos generalizados sobre toda a planta, com definhamento das folhas mais velhas. As lâminas foliares ficam uniformemente verde-claras a amarelas e os colmos ficam mais curtos e finos. Há atraso no desenvolvimento vegetativo e as pontas e margens das folhas mais velhas tornam-se necróticas (secam) prematuramente. |
Fósforo (P)
Com a falta de fósforo, as folhas velhas apresentam-se com tons avermelhados nas pontas e margens das folhas expostas ao sol. Ocorre, ainda, uma diminuição no seu tamanho. Os colmos ficam menores e finos e há diminuição do perfilhamento da planta (Figura 2).
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Potássio (K)
Os sintomas da deficiência têm início nas folhas velhas, que apresentam-se amarelo-alaranjadas, sendo que podem se tornar totalmente marrons. Essa clorose evolui para necrose, deixando as folhas com aspecto de queimadas. Ocorre, também, afinamento dos colmos e a nervura principal apresenta manchas de coloração avermelhada. Um sintoma de deficiência de potássio que ocorre no final do ciclo é o ponteiro em forma de leque, conhecido como “topo de penca” (Figura 3).
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Cálcio (Ca)
Os sintomas de carência de cálcio ocorrem em folhas novas, que ficam esbranquiçadas e enrolam para baixo, formando um gancho (Figura 4). As folhas mais velhas podem ficar com aspecto enferrujado. Quando a deficiência fica mais aguda, nota-se um afinamento e amolecimento dos colmos.
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Magnésio (Mg)
Os sintomas aparecem nas folhas velhas na forma de pontuações, começando nas pontas e ao longo das margens. Surgem lesões necróticas vermelhas com aparência de ferrugem. A parte interna da casca do colmo apresenta coloração amarronzada (Figura 5).
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Enxofre (S)
O sintoma de deficiência de enxofre é evidenciado nas folhas novas, que apesentam clorose generalizada, diminuição do tamanho das folhas e colmos muito finos (Figura 6).
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Boro (B)
A deficiência de boro causa uma deformação nas folhas novas, que se apresentam retorcidas chegando a formar “nó” entre as folhas. Surgem lesões translúcidas (sacos de água) entre as nervuras e plantas novas com muitos perfilhos. As folhas tendem a ficar quebradiças e as folhas do cartucho podem ficar cloróticas e, posteriormente, necróticas, semelhantes aos sintomas da doença conhecida como Pokah boeng (Figura 7).
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Cobre (Cu)
A deficiência de cobre leva à ocorrência de clorose em folhas novas na forma de “ilhas” ou manchas verde escuras. As touceiras não conseguem se sustentar (touceira amassada) e os tecidos foliares perdem turgidez, fazendo com que as folhas fiquem caídas (sintoma de topo caído) (Figura 8).
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Manganês (Mn)
A falta de manganês faz com que as folhas novas apresentem clorose entre as nervuras, da ponta até o meio da folha, que evoluem para necroses. Com o vento, ocorre o desfiamento das folhas (Figura 9).
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Zinco (Zn)
Com a deficiência de zinco, surgem estrias cloróticas verde-claras nas folhas, formando uma faixa larga, sendo que a região bem próxima da nervura central e das bordas permanece com uma faixa. As folhas ficam curtas, assimétricas e largas na parte média. O perfilhamento é reduzido e os internódios, mais curtos. Os colmos ficam mais finos e podem perder a turgidez (sintoma de colmos moles) (Figura 10).
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Molibdênio (Mo)
A deficiência de molibdênio causa pequenas estrias cloróticas longitudinais, começando no terço apical da folha. As folhas mais velhas secam, prematuramente, do meio para as pontas.
Ferro
A falta de ferro pode causar clorose internerval nas folhas mais novas e, conforme a deficiência se acentua, toda a planta vai ficando clorótica-esbranquiçada (Figura 11).
Diagnose visual na cultura do Algodão:
Nitrogênio: A deficiência de nitrogênio resulta em clorose, ou seja, perda da intensidade da cor verde em toda a planta, por causa da redução da clorofila.
Fosforo: A deficiência de P reduz a fotossíntese, o acúmulo e a translocação dos carboidratos para as maçãs do algodoeiro.
Potássio: O algodoeiro é considerado pouco eficiente na absorção de potássio do solo quando comparado a outras espécies. Dessa forma, a deficiência de K ocorre com maior frequência e intensidade que na maioria das espécies agronômicas. Sua deficiência tradicional, em pré-florescimento, é caracterizada pela clorose internerval das folhas do baixeiro, seguida de necrose nas margens e queda.
Cálcio: A deficiência de cálcio (Ca) não é comum em campo. Em geral, os efeitos da acidez do solo e da pobreza dos demais nutrientes superam ou se expressam mais rápido do que o de deficiência desse nutriente nas lavouras.
Magnésio: Os sintomas de deficiência de magnésio se caracterizam pelo lento crescimento do algodoeiro. Por ser um nutriente de alta mobilidade na planta, os sintomas iniciais surgem nas folhas do baixeiro.
Enxofre: Com a deficiência de enxofre, a fotossíntese é reduzida, afetando a produtividade e a qualidade da fibra. As plantas deficientes em enxofre têm crescimento reduzido.
Boro: Em virtude da baixa mobilidade do boro na planta, os primeiros sintomas ocorrem nas partes jovens, nos tecidos de condução e nos órgãos de propagação. Os sintomas de deficiência mais comuns no campo são: amarelecimento das folhas do ponteiro; no período de florescimento/ frutificação aparecem anéis concêntricos verde escuros nos pecíolos e nas hastes, com necrose interna da medula. Dificilmente os micronutrientes cloro, molibdênio, ferro, cobre e zinco apresentam deficiências visuais em campo.
Diagnose visual na Citricultura:
N: Folhas velhas amarelas; folhas ralas; poucos lançamentos.P: Frutos com miolo ôco Fósforo.K: Folhas bronzeadas e encurvadas; frutos pequenos; queda exagerada de frutos Potássio.Mg: Folhas velhas com V verde ao longo da nervura principal.Boro: Morte de gemas; folhas menores e deformadas.Cobre: Folhas grandes e flácidas; exsudação de goma nos ramos novos;frutos com manchas escuras.Manganês: Folhas novas com amarelecimento ou cor verde-pálida entre as nervuras.Zinco: Internódios mais curtos; folhas novas estreitas com cor amarelada entre as nervuras.
Diagnose visual na Cultura da Soja:
Macronutrientes primários: N, P, K
Nitrogênio (N): A característica da deficiência do N é a redução uniforme de coloração verde das folhas, alterando-se para verde pálido e amarelado (clorose), devido à elevada mobilidade desse nutriente, os sintomas se iniciam pelas folhas mais velhas.
Fósforo (P): O P é rapidamente translocado dentro das plantas e pode mover-se dos tecidos mais velhos para os mais novos, em condições de reduzida disponibilidade no solo. Em plantas adultas, a grande parte do P transloca-se para as sementes. Devido à alta mobilidade do P na planta, seu sintoma de deficiência aparece, inicialmente, nas folhas mais velhas, caracterizado pela coloração anormal em verde-escuro azulado ou bronzeada. A cor púrpura deve-se ao decréscimo da síntese de proteína quando P é deficiente. Outras anormalidades na planta podem ser: caules finos, folhas pequenas, crescimento lateral limitado. Em linha onde o adubo fosfatado não foi aplicado pela adubadora, as plantas ficaram com altura e crescimento reduzidos.
Potássio (K): Inicialmente, com a deficiência do K, tem-se o amarelecimento no ápice das folhas adultas, sendo atingidas as bordas e toda a lâmina foliar, com necroses posteriores dos tecidos na mesma ordem de progressão dos sintomas. Na linha onde não foi realizada a adubação potássica pela adubadora, nota-se o amarelecimento das folhas e plantas menores do que as normais, com haste grossa. As plantas com deficiência de K têm flores remanescentes, menos vagens, o tamanho é pequeno e sem sementes, comparado com plantas normais. As vagens são manchadas o que afeta a qualidade de sementes. A deficiência de K também causa a abertura de vagens com germinação e deterioração de sementes em seu interior. Em solos arenosos, a aplicação insuficiente de K por vários anos pode causar sintomas de: haste verde, haste verde e retenção foliar, frutos partenocárpicos.
Macronutrientes Secundários: CA, Mg e S
Cálcio (Ca): Com a carência de Ca, são afetados os pontos de crescimento, bem como os meristemas apicais das hastes e das raízes, podendo ocorrer à morte da planta. As folhas tornam-se enroladas e pode haver o colapso dos pecíolos. O sistema radicular apresenta-se com coloração marrom e pequeno desenvolvimento.
Magnésio (Mg): Sua deficiência é visualizada nas folhas velhas, inicialmente em clorose marginal e, posteriormente, internerval, seguindo-se o secamento das bordas.
Enxofre (S): Os sintomas de deficiência de S são semelhantes àqueles do N diferindo-se deste último por ser nas folhas mais novas, devido à sua menor mobilidade nos tecidos. O sistema radicular e a nodulação são reduzidos. Excesso de S pode causar toxidez. A aplicação de superfosfato triplo, no cerrado do primeiro ano, em lugar de superfosfato simples (contém 13% de S) causa sintomas similares aos de deficiência de N e as plantas não crescem. O excesso de S nas folhas causa manchas de amarelecimento.
Os Micronutrientes que tem recebido maior atenção são: Boro, Zinco, Manganês, Molibidênio e Ferro.
Boro (B): Devido à baixa solubilidade dos compostos de B na planta, o sintoma de deficiência é constatado nas gemas apicais e em folhas novas. Pela figura, nota-se que as folhas são coriáceas, rugosas e espessas.Zinco
(Zn): O sintoma de deficiência de Zn é observado em folhas adultas com coloração amarelo- castanho.
Cobre (Cu): Os sintomas de deficiência de Cu são: clorose, morte apical e internódios curtos, clorose (cor violeta) nas bordas da folha; desenvolvendo-se entre as nervuras, com início nas folhas novas.
Ferro (Fe): O sintoma de deficiência de Fe é a clorose internerval, que pode ser confundida com o sintoma provocado pela deficiência de N, em caso de ser inicial. Com a progressão dos sintomas visuais, é possível distinguir da deficiência por N, por ocorrer em folhas mais novas. Devido à sua mobilidade em estado mais avançado, a cor verde desaparece completamente inclusive nas nervuras principais. A soja FTA é usada como planta indicadora de deficiência de Fe.
Manganês (Mn): Plantas deficientes em Mn têm inicialmente clorose nas folhas, sendo esse mais grosseiro do que o de Fe; a toxicidade se caracteriza pela encarquilhamento das folhas e presença de pintas necróticas.
Molibdênio (Mo): Os sintomas de deficiência de Mo são semelhantes aos de N, pois esse micronutriente é essencial à incorporação de N ao esqueleto orgânico dos tecidos e em leguminosas, por ser integrante de enzima nitrogenase, no caso de sua deficiência e também a absorção de N atmosférico.
Nitrogênio: A deficiência de nitrogênio resulta em clorose, ou seja, perda da intensidade da cor verde em toda a planta, por causa da redução da clorofila.
Fosforo: A deficiência de P reduz a fotossíntese, o acúmulo e a translocação dos carboidratos para as maçãs do algodoeiro.
Potássio: O algodoeiro é considerado pouco eficiente na absorção de potássio do solo quando comparado a outras espécies. Dessa forma, a deficiência de K ocorre com maior frequência e intensidade que na maioria das espécies agronômicas. Sua deficiência tradicional, em pré-florescimento, é caracterizada pela clorose internerval das folhas do baixeiro, seguida de necrose nas margens e queda.
Cálcio: A deficiência de cálcio (Ca) não é comum em campo. Em geral, os efeitos da acidez do solo e da pobreza dos demais nutrientes superam ou se expressam mais rápido do que o de deficiência desse nutriente nas lavouras.
Magnésio: Os sintomas de deficiência de magnésio se caracterizam pelo lento crescimento do algodoeiro. Por ser um nutriente de alta mobilidade na planta, os sintomas iniciais surgem nas folhas do baixeiro.
Enxofre: Com a deficiência de enxofre, a fotossíntese é reduzida, afetando a produtividade e a qualidade da fibra. As plantas deficientes em enxofre têm crescimento reduzido.
Boro: Em virtude da baixa mobilidade do boro na planta, os primeiros sintomas ocorrem nas partes jovens, nos tecidos de condução e nos órgãos de propagação. Os sintomas de deficiência mais comuns no campo são: amarelecimento das folhas do ponteiro; no período de florescimento/ frutificação aparecem anéis concêntricos verde escuros nos pecíolos e nas hastes, com necrose interna da medula. Dificilmente os micronutrientes cloro, molibdênio, ferro, cobre e zinco apresentam deficiências visuais em campo.
Diagnose visual na Citricultura:
N: Folhas velhas amarelas; folhas ralas; poucos lançamentos.P: Frutos com miolo ôco Fósforo.K: Folhas bronzeadas e encurvadas; frutos pequenos; queda exagerada de frutos Potássio.Mg: Folhas velhas com V verde ao longo da nervura principal.Boro: Morte de gemas; folhas menores e deformadas.Cobre: Folhas grandes e flácidas; exsudação de goma nos ramos novos;frutos com manchas escuras.Manganês: Folhas novas com amarelecimento ou cor verde-pálida entre as nervuras.Zinco: Internódios mais curtos; folhas novas estreitas com cor amarelada entre as nervuras.
Diagnose visual na Cultura da Soja:
Macronutrientes primários: N, P, K
Nitrogênio (N): A característica da deficiência do N é a redução uniforme de coloração verde das folhas, alterando-se para verde pálido e amarelado (clorose), devido à elevada mobilidade desse nutriente, os sintomas se iniciam pelas folhas mais velhas.
Fósforo (P): O P é rapidamente translocado dentro das plantas e pode mover-se dos tecidos mais velhos para os mais novos, em condições de reduzida disponibilidade no solo. Em plantas adultas, a grande parte do P transloca-se para as sementes. Devido à alta mobilidade do P na planta, seu sintoma de deficiência aparece, inicialmente, nas folhas mais velhas, caracterizado pela coloração anormal em verde-escuro azulado ou bronzeada. A cor púrpura deve-se ao decréscimo da síntese de proteína quando P é deficiente. Outras anormalidades na planta podem ser: caules finos, folhas pequenas, crescimento lateral limitado. Em linha onde o adubo fosfatado não foi aplicado pela adubadora, as plantas ficaram com altura e crescimento reduzidos.
Potássio (K): Inicialmente, com a deficiência do K, tem-se o amarelecimento no ápice das folhas adultas, sendo atingidas as bordas e toda a lâmina foliar, com necroses posteriores dos tecidos na mesma ordem de progressão dos sintomas. Na linha onde não foi realizada a adubação potássica pela adubadora, nota-se o amarelecimento das folhas e plantas menores do que as normais, com haste grossa. As plantas com deficiência de K têm flores remanescentes, menos vagens, o tamanho é pequeno e sem sementes, comparado com plantas normais. As vagens são manchadas o que afeta a qualidade de sementes. A deficiência de K também causa a abertura de vagens com germinação e deterioração de sementes em seu interior. Em solos arenosos, a aplicação insuficiente de K por vários anos pode causar sintomas de: haste verde, haste verde e retenção foliar, frutos partenocárpicos.
Macronutrientes Secundários: CA, Mg e S
Cálcio (Ca): Com a carência de Ca, são afetados os pontos de crescimento, bem como os meristemas apicais das hastes e das raízes, podendo ocorrer à morte da planta. As folhas tornam-se enroladas e pode haver o colapso dos pecíolos. O sistema radicular apresenta-se com coloração marrom e pequeno desenvolvimento.
Magnésio (Mg): Sua deficiência é visualizada nas folhas velhas, inicialmente em clorose marginal e, posteriormente, internerval, seguindo-se o secamento das bordas.
Enxofre (S): Os sintomas de deficiência de S são semelhantes àqueles do N diferindo-se deste último por ser nas folhas mais novas, devido à sua menor mobilidade nos tecidos. O sistema radicular e a nodulação são reduzidos. Excesso de S pode causar toxidez. A aplicação de superfosfato triplo, no cerrado do primeiro ano, em lugar de superfosfato simples (contém 13% de S) causa sintomas similares aos de deficiência de N e as plantas não crescem. O excesso de S nas folhas causa manchas de amarelecimento.
Os Micronutrientes que tem recebido maior atenção são: Boro, Zinco, Manganês, Molibidênio e Ferro.
Boro (B): Devido à baixa solubilidade dos compostos de B na planta, o sintoma de deficiência é constatado nas gemas apicais e em folhas novas. Pela figura, nota-se que as folhas são coriáceas, rugosas e espessas.Zinco
(Zn): O sintoma de deficiência de Zn é observado em folhas adultas com coloração amarelo- castanho.
Cobre (Cu): Os sintomas de deficiência de Cu são: clorose, morte apical e internódios curtos, clorose (cor violeta) nas bordas da folha; desenvolvendo-se entre as nervuras, com início nas folhas novas.
Ferro (Fe): O sintoma de deficiência de Fe é a clorose internerval, que pode ser confundida com o sintoma provocado pela deficiência de N, em caso de ser inicial. Com a progressão dos sintomas visuais, é possível distinguir da deficiência por N, por ocorrer em folhas mais novas. Devido à sua mobilidade em estado mais avançado, a cor verde desaparece completamente inclusive nas nervuras principais. A soja FTA é usada como planta indicadora de deficiência de Fe.
Manganês (Mn): Plantas deficientes em Mn têm inicialmente clorose nas folhas, sendo esse mais grosseiro do que o de Fe; a toxicidade se caracteriza pela encarquilhamento das folhas e presença de pintas necróticas.
Molibdênio (Mo): Os sintomas de deficiência de Mo são semelhantes aos de N, pois esse micronutriente é essencial à incorporação de N ao esqueleto orgânico dos tecidos e em leguminosas, por ser integrante de enzima nitrogenase, no caso de sua deficiência e também a absorção de N atmosférico.



















